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| OLINDA EM DADOS |
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COLUNA "GENTE QUE FAZ ARTE EM OLINDA"

Roger Man é uma dessas
figuras empolgantes. Destila tonelada de verbos, com sensatez e o senso
critico de quem conhece e vive Olinda de perto. Alias, desde a infância,
quando mudou se de Brasília para a cidade Patrimônio da Humanidade.
"Ainda cheguei a morar em Brasília por uns 6 meses, mas já estava
fascinado por Olinda e voltei".
A consolidação vem
depois, na edição 2001 do Abril pro Rock em São Paulo. Na ocasião,
conhecem os produtores Rica Amabis e Tejo damasceno, que são da Y Brasil e
estudam a proposta de um novo selo, o Instituto. Neste mesmo ano, Ganja
men se alia ao grupo e a bolacha sai do forno na previa do "Enquanto isso
na sala de justiça" em 2003. Um sucesso! A critica especializada do eixo
Rio São Paulo cede a regra geral: Escutem o novo disco do Bom sucesso
samba clube, é demais.
Hoje em dia, a banda é formada por Hugo; bateria; Chico, contrabaixo; André, guitarra e Bernardo, percussão, programação e Backing Vocal e , claro o Roger Man no vocal.
O verbo de Roger Man:
"Olinda tem coisas que eu adoro: As pessoas são simples, todo mundo tem uma ligação com a musica ou tem algum parente ou o pai que faz música"
"Olinda tem uma boa relação com o turismo, muitos vem aqui para aprender musica".
"Olinda passa uma expressão plástica muito interessante".
"Olinda não se leva a sério, mas da melhor forma possível".
"A gente não rotula o som a gente faz".
"Esse papo de mistura já encheu o saco. A gente toca reggae, MPB, musica eletrônica..."
"É uma banda que faz música sem a menor pretensão de fazer alguma coisa."
"A parte
criativa é ser livre".
26/março/2003
Matérias anteriores:
"
Peter Bauer encontra em Olinda inspiração para a sua arte”
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